quinta-feira, 12 de abril de 2012

Acompanhamento Psicológico para Gestantes (pré e pós-parto)

                   Estresse, ansiedade e depressão merecem cuidados especiais durante a gestação

O Programa tem como proposta o acompanhamento psicológico para gestantes que necessitam do mesmo. Por ser a gestação um período de mudanças na rotina da vida, no corpo, mudanças hormonais, de humor, a terapia é um grande aliado á mulher que vive esse período.
O trabalho do psicólogo é importante devido ajudar a futura mãe a lidar com a ansiedade, insegurança, crises de angústias ligadas à chegada de um bebê, assim como a gravidez não esperada, gravidez de risco, dificuldades de engravidar e a depressão pós-parto.
A ansiedade frente às novas responsabilidades e preocupações na gestação é resultado de medos e fantasias. O estresse é um sintoma comum durante a gestação devido à mulher desempenhar vários papéis na sociedade atual. O medo e a ansiedade tornam-se então o principal objetivo da necessidade das sessões de psicoterapia. A saúde psíquica da mãe é fundamental para o nascimento e crescimento de uma criança sadia e feliz.
A abordagem de trabalho utilizada pela Psicóloga Daniela Bittencourt é a Psicanálise, e a Psicanálise não tem uma receita pronta, que serve para todas as mães e filhos, justamente porque cada pessoa é única, porém ela se preocupa com o desejo dessa futura mãe, com o que ela espera de seu filho, e o que ela pode oferecer a ele.
O Acompanhamento Psicológico para Gestantes é um programa gratuito e tem a duração de dois meses, sendo uma sessão por semana. Caso for diagnosticado a necessidade de continuar o tratamento, após as oito sessões, e se a psicóloga tiver disponibilidade de horário, o paciente poderá permanecer no tratamento gratuito.
As sessões serão realizadas no consultório da Psicóloga Daniela Bittencourt, localizado a Rua Cel.Pedro Benedet, 190, Catarina Gaidzinski, sala 514, Centro, Criciúma, SC. Programa é válido somente para o ano de 2012 e as vagas são limitadas. Informações e agendamento no telefone: (48) 91674808.
Blog: www.danielabittencourt.blogspot.com
E-mail: danielabittencourt@engeplus.com.br

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Afinal, o quer uma mulher?

A Psicanálise surgiu a partir da clínica do feminino, foi com suas pacientes histéricas que Sigmund Freud começou a desenvolver a toda sua teoria, foi ouvindo suas inquietações, queixas, angustias e seus sintomas. O que afinal, quer uma mulher é uma questão que o levou a teorizar sobre o desejo feminino.
Freud estava metido com as inquietações da alma feminina, e se indagava se existia algo que pudesse satisfazer o desejo feminino, algo que a fizesse feliz por completo e acabasse com a sua demanda de amor infinito. Até hoje não se sabe ao certo o que busca uma mulher, mas admitimos por ora que ela busca por intermédio do amor.
A sexualidade no homem não se reduz a sua anatomia, ou seja, não se nasce homem ou mulher, o que vai definir a sexualidade, independente do órgão sexual, são as primeiras experiências infantis, porque ali se constroem o desejo. A sexualidade é uma construção e se dá na infância, os primeiros anos de vida definem a personalidade, a sexualidade e a escolha de objeto amoroso.
Com isso Freud subverte todo o conhecimento que se tinha até então sobre a sexualidade, no momento que descobre que a mesma é construída nos primeiros anos de vida. Para o Pai da Psicanálise os problemas sexuais nos adultos têm sua origem na infância e não se pode negligenciar esse período tão importante quando falamos em tratamentos desses sintomas. É somente na puberdade que se pode falar em uma separação nítida entre a sexualidade masculina e a feminina.
Os homens também se perguntam sobre os mistérios da feminilidade e tentam entender e desvendar esse segredo, que diz respeito à mesma pergunta que Freud se fez há anos atrás: como acabar com a demanda infinita de uma mulher, que quer sempre mais e nunca está satisfeita? Como silenciar a alma feminina, cheia de desejos?
Essa não é uma tarefa fácil, mas Freud nos deixou como resposta que as mulheres têm que ser tomadas uma a uma, isso porque cada mulher é única e que antes de tentar entender o enigma da feminilidade é preciso olhar para trás, para o passado, para a infância, para o inconsciente, se não for assim o compreender a alma feminina torna-se uma tarefa quase impossível.

Daniela Bittencourt - Psicóloga CRP 12/07184